segunda-feira, 19 de abril de 2010

por você.





Eu ultrapassei todas os limites e quebrei todas as regras
mas amor,eu fiz isso por você.
Porque mesmo quando eu estava em pedaços,
você me fez valer milhões.
sim,você me fez sentir assim
e eu fiz tudo isso por você.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

dessa escolha eu não me arrependo.


Aqui farei teu reinado,ficarei sempre ao teu lado.
<3

quarta-feira, 7 de abril de 2010

nós de novo,amor



Contra todas as certezas vim
Enfrentando a correnteza
Vem
Seja como for
Nem me lembro de tristeza em mim
Não há como essa beleza encontrar um fim
Nosso jogo outra vez
Novo dia,
Nossa vez
eu te amo,yeah s22

domingo, 4 de abril de 2010

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Muita loucura ao meu redor.Tanta coisa acontecendo,assim fica difícil de respirar.Toda minha fé já se foi.Quem fechou o mundo pra mim? Não estou sóbria.Eu fugi de mim,e me procuro no que vejo,nas coisas que eu culpo.nas festas que perco e nos trabalhos que faço.Meu coração está fraco,mas minha mente está forte.Me ensinaram a falar sobre meus sentimentos,mas eu subitamente esqueci.Ninguém entende.Estou longe de onde quero chegar,não lembro onde estou ou onde eu costumava ficar.Não me sinto a vontade em casa.Há muita coisa que preciso aprender.Estou cheia de complexos.Me esqueci das palavras que me ensinaram a pronunciar.Já não sinto o mundo.Já não sinto efetividade.Orgulho,intolerância e impaciência tomaram conta de mim..Já não me reconheço.Já nem me olho no espelho.Já não existem reflexos,não existem exemplos.Somente minha presença pode apagar minha própria conseqüência. Me fechei e não me abro mais,pra ninguém nem por ninguém.Acho que gosto de ser assim.Melindre?


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quinta-feira, 25 de março de 2010

comodismo.


A gente se acostuma a morar em apartamento de fundos e não ver vista que não sejam as janelas ao redor. E porque não tem vista logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma e não abrir de todo as cortinas. E porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, se esquece do sol, se esquece do ar, esquece da amplidão.

A gente se acostuma a acordar sobressaltado porque está na hora. A tomar café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder tempo. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.

A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E não aceitando as negociações de paz, aceitar ler todo dia de guerra, dos números, da longa duração.

A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: “hoje não posso ir”. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisa tanto ser visto.

A gente se acostuma a pagar por tudo o que se deseja e necessita. E a lutar para ganhar com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.

A gente se acostuma a andar nas ruas e ver cartazes. A abrir as revistas e ler artigos. A ligar a televisão e assistir comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.

A gente se acostuma à poluição, às salas fechadas de ar condicionado e ao cheiro de cigarros. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam à luz natural. Às bactérias de água potável. À contaminação da água do mar. À morte lenta dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinhos, a não ter galo de madrugada, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta por perto.

A gente se acostuma a coisas demais para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta lá.
Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua o resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem muito sono atrasado.

A gente se acostuma a não falar na aspereza para preservar a pele. Se acostuma para evitar sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida.

Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.




(Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia).

terça-feira, 16 de março de 2010

long day.

Runnin' down my batt - er- ies
Layin' me out to rest
Knowin' when that is
Five hours
I wake up and de-stress
And I'm diggin' myself into a hole
And these days I just work
I will when I have so much sun
And lately I've forgotten who I am
Late - ely my energy's just drained away
And now..my mind..is workin' overtime
It's been a loooong day
Such a long day, and while all my contempt
For every…(all my friends say)
I should take in college now
My education is dragging,
My guitar to London town
And the thing that wakes me
when I could sleep instead
Is the thought that to deny?
That I could fall back into bed
And lately, I 've forgotten who I am
Late - ely, my energy's just drained away
And now…my mind….is workin' overtime
It's been a long day
Recently my head
It ain't recharged as such
And sleep can only cure, yeah
A restless mind so much
Lately I've forgotten who I am
Sleep too late
My energy's just drained away
And now my mind is workin' overtime
It's been a long day

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Hipnotizada.




Caio ao som do meu coração batendo conforme sua batida.
Melancólico e fresco,do tipo doce amargo.
Amor no repete.
Eu estou ecoando todas as minhas filosofias.*